• Supervisão e Intervisão Clínicas

    A nossa prática enquanto psicólogos clínicos e psicoterapeutas exige uma constante e permanente actualização de conhecimentos teóricos e práticos.
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  • Os pais e o processo psicoterapêutico da criança

    Assente num ambiente securizante e acolhedor, a criança e o psicoterapeuta vão estabelecendo uma relação de confiança, e vão-se conhecendo.
    Em contexto de consulta, pode-se conversar de várias formas: verbal, expressão artística/plástica, contas histórias e/ou brincar. Através destes meios, os afectos associados vão sendo interpretados pelo psicoterapeuta.
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  • O Processo Psicoterapêutico. Como começa?

    O início de um processo psicoterapêutico é marcado por um espaço e um tempo de acolhimento de quem é o cliente e da sua história.
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  • O Tempo do Tempo. Na vida e na Psicoterapia.

    É no tempo limitado pelo relógio, que nos propomos a pensar sobre o tempo, que nos organiza externa e internamente, mas onde também nos podemos perder com questões infindáveis que nos surgem em lenga-lenga: o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.
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  • A relação na Psicoterapia Psicanalítica

    Na relação psicoterapêutica estabelece-se um vínculo único, onde o paciente pode sentir-se verdadeiramente ouvido, compreendido e aceite, possibilitando assim a transformação interna e o crescimento emocional.
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  • Psicoterapia. Porquê e para quê?

    Escutar as nossas vozes internas, os nossos conflitos, fantasias, o nosso inconsciente, sem censura, é o que nos pode permitir saber quem somos.
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  • Alta Clínica. E depois do Adeus

    Damos o primeiro passo. Agendamos a primeira sessão, conhecemos o nosso psicoterapeuta. Aos poucos, vamos estabelecendo uma relação íntima, profunda, na qual nos vamos conhecendo e permitindo que um olhar amoroso, imparcial e sem julgamento, nos vá devolvendo quem somos, quem fomos e quem queremos ser.
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  • A porta que está sempre aberta

    Como não se trata de um processo de “cura”, mas de autoconhecimento, compreensão e crescimento interno, podemos dizer que é um processo que nunca que se “esgota”. Neste sentido, após a alta, poderá haver situações em que o paciente sinta a necessidade de regressar à terapia.
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