• O que esperar da primeira sessão?

    Mais do que respostas prontas, a primeira sessão de psicoterapia é um encontro.
    Chegar à primeira sessão pode ser um passo corajoso. Pode trazer consigo ansiedade, insegurança, dúvidas ou até silêncio.
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  • Estigma na Saúde Mental: entre o silêncio e a escuta

    O estigma em torno da saúde mental opera como um mecanismo de exclusão, levando-nos a criar barreiras invisíveis, mas profundamente enraizadas, que dificultam o reconhecimento da dor emocional e o acesso ao cuidado. Cuidar da saúde mental não é um sinal de fraqueza, mas de coragem.
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  • Redes Sociais, Relações Reais?

    As redes sociais criam pontes, encurtam distâncias e permitem-nos um contacto constante, mas não garantem o encontro genuíno, autêntico.
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  • Adolescência – tempo de crise? tempo de adaptação?

    Opondo-se à idealização com que tendencialmente se pinta a infância, a adolescência é um período em que muitos jovens e seus pais, se pudessem, fariam um fast forward. A quantidade de livros que incidem sobre esta fase da vida, seja numa lógica de autoajuda para quem por ela navega, se prepara para zarpar, seja para pais e profissionais de saúde e educação, rivaliza a literatura acerca da gravidez e primeiros tempos de vida. 
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  • Gestação parental

    A viagem começa no sonho ou desejo de ser mãe ou pai. Muito antes da vida adulta, a criança ensaia o papel de cuidar , no simbolismo da procura de identificação, mas muito mais de projecção do seu desejo de ser amparada no colo dos pais.
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  • A psicoterapia e as crianças. O que esperar?

    Ninguém conhece melhor os filhos que os próprios pais.
    Por isso, ao acompanhar o desenvolvimento da sua criança, pode detectar alguns sinais de alerta para os quais sente que não tem resposta. 
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  • O lugar da Psicoterapia na Adolescência

    Mudar e crescer pode ser difícil, doloroso e, por vezes, o adolescente pode sentir-se deprimido, ansioso, desmotivado, perdido, zangado. 
    Pode ser complicado compreender o porquê de tal emaranhado de sentimentos por vezes contraditórios.
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  • Supervisão e Intervisão Clínicas

    A nossa prática enquanto psicólogos clínicos e psicoterapeutas exige uma constante e permanente actualização de conhecimentos teóricos e práticos.
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  • Os pais e o processo psicoterapêutico da criança

    Assente num ambiente securizante e acolhedor, a criança e o psicoterapeuta vão estabelecendo uma relação de confiança, e vão-se conhecendo.
    Em contexto de consulta, pode-se conversar de várias formas: verbal, expressão artística/plástica, contas histórias e/ou brincar. Através destes meios, os afectos associados vão sendo interpretados pelo psicoterapeuta.
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