• Férias na prática clínica

    Do lado do terapeuta, fazer uma pausa é também um gesto ético de cuidado com o outro, mas sobretudo consigo. Um psicoterapeuta exausto arrisca-se a escutar menos, a deixar de ser presença suficientemente boa. As férias protegem a capacidade de acolher, de pensar e de sustentar o lugar do outro em nós.
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  • Estou cansado ou em exaustão mental?

    Saber distinguir cansaço de exaustão mental é um passo importante. E pode ser o início de um caminho de escuta mais profunda de si.
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  • Porque sentimos que temos de ser perfeitos?

    O problema da perfeição não está na vontade de fazer bem. Está na impossibilidade de habitar a própria humanidade, com as suas falhas, os seus limites e as suas zonas de sombra.
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  • Redes Sociais, Relações Reais?

    As redes sociais criam pontes, encurtam distâncias e permitem-nos um contacto constante, mas não garantem o encontro genuíno, autêntico.
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  • O Tempo do Tempo. Na vida e na Psicoterapia.

    É no tempo limitado pelo relógio, que nos propomos a pensar sobre o tempo, que nos organiza externa e internamente, mas onde também nos podemos perder com questões infindáveis que nos surgem em lenga-lenga: o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.
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  • Psicoterapia. Porquê e para quê?

    Escutar as nossas vozes internas, os nossos conflitos, fantasias, o nosso inconsciente, sem censura, é o que nos pode permitir saber quem somos.
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  • Alta Clínica. E depois do Adeus

    Damos o primeiro passo. Agendamos a primeira sessão, conhecemos o nosso psicoterapeuta. Aos poucos, vamos estabelecendo uma relação íntima, profunda, na qual nos vamos conhecendo e permitindo que um olhar amoroso, imparcial e sem julgamento, nos vá devolvendo quem somos, quem fomos e quem queremos ser.
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  • Desejo, vontade e culpa

    Artigo escrito por Carolina Reis, do Jornal Expresso, com colaboração da nossa terapeuta de casal Luana Cunha Ferreira.
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