• O que acontece quando recebemos um presente?

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  • Férias na prática clínica

    Do lado do terapeuta, fazer uma pausa é também um gesto ético de cuidado com o outro, mas sobretudo consigo. Um psicoterapeuta exausto arrisca-se a escutar menos, a deixar de ser presença suficientemente boa. As férias protegem a capacidade de acolher, de pensar e de sustentar o lugar do outro em nós.
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  • Pare, escute e olhe

    Ser psicólogo é, em muitos sentidos, trabalhar com o que não se vê. Somos convocados a escutar o que ainda não tem nome, a sustentar o tempo do não saber, a conter a angústia do que ainda não se transformou em pensamento.
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  • Como identificar gatilhos emocionais?

    Os gatilhos não são apenas “sensibilidades”; são marcas psíquicas, muitas vezes inconscientes, que remetem a vivências anteriores de dor, abandono, vergonha, humilhação ou medo. São vestígios emocionais que se tornam activos perante estímulos que os fazem ressoar.
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  • Escuta clínica: lugar de encontro e criação

    Escutar é acolher sem invadir, é suportar o não saber, é sustentar um espaço onde o inconsciente fala, sem o obrigar a responder às exigências do imediato.
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  • Quem sou eu?

    Esta pergunta ecoa silenciosamente em muitos processos terapêuticos. Por vezes, chega subtil, sob a forma de angústia, de sintomatologia ou de repetições de sofrimento. Outras vezes, surge com clareza, como um desejo: o de viver uma vida que nos pertença verdadeiramente.
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  • Porque é tão difícil dizer não?

    Dizer “não” implica um acto de separação simbólica. É um gesto que afirma a existência de um limite, de uma diferença entre o eu e o outro.
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  • Porque sonhamos?

    Sonhamos porque o desejo não dorme. E o sonho, na sua lógica própria, revela exactamente isso: há sempre algo em nós que quer ser dito, mesmo quando o corpo descansa.
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