• Como atravessar um divórcio com respeito?

    O divórcio é, para muitas pessoas, uma das experiências emocionais mais desafiantes da vida. Não se trata apenas de terminar uma relação, mas sobretudo de despedir-se de projectos, rotinas e sonhos de futuro. 
    ler artigo
  • Quantos tempos cabem no tempo?

    O tempo da clínica não se mede em horas, mas na intensidade do encontro, na atenção plena à experiência do outro, na paciência de testemunhar o crescimento que ocorre de forma invisível; o tempo da clínica mede-se em relação.
    ler artigo
  • Férias na prática clínica

    Do lado do terapeuta, fazer uma pausa é também um gesto ético de cuidado com o outro, mas sobretudo consigo. Um psicoterapeuta exausto arrisca-se a escutar menos, a deixar de ser presença suficientemente boa. As férias protegem a capacidade de acolher, de pensar e de sustentar o lugar do outro em nós.
    ler artigo
  • Pare, escute e olhe

    Ser psicólogo é, em muitos sentidos, trabalhar com o que não se vê. Somos convocados a escutar o que ainda não tem nome, a sustentar o tempo do não saber, a conter a angústia do que ainda não se transformou em pensamento.
    ler artigo
  • Como identificar gatilhos emocionais?

    Os gatilhos não são apenas “sensibilidades”; são marcas psíquicas, muitas vezes inconscientes, que remetem a vivências anteriores de dor, abandono, vergonha, humilhação ou medo. São vestígios emocionais que se tornam activos perante estímulos que os fazem ressoar.
    ler artigo
  • Escuta clínica: lugar de encontro e criação

    Escutar é acolher sem invadir, é suportar o não saber, é sustentar um espaço onde o inconsciente fala, sem o obrigar a responder às exigências do imediato.
    ler artigo